A não-monogamia consensual: mito, moda ou escolha consciente?

João e a Marta (nomes fictícios) chegam à terapia de casal num momento de desgaste da relação. Ambos descrevem uma rotina que se tornou repetitiva, marcada por pouco desejo sexual, desmotivação e um sentimento de estagnação.

Foi então que Marta, entre um silêncio e outro, larga a bomba: “E se abríssemos a relação?”.

Neste artigo vamos explorar o que realmente significa escolher este tipo de relação, desfazer alguns mitos e refletir sobre o impacto emocional desta escolha.

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“Já não vale a pena”: quando aprendemos a desistir de nós!

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