Ser Mãe Sem se Apagar: Porque o Teu Bem-estar Também Conta
Ser mãe transforma tudo — o corpo, as rotinas, as prioridades e, muitas vezes, a forma como uma mulher se vê a si própria. Neste artigo, exploramos de que forma o autocuidado materno vai muito além do bem-estar individual da mãe e assume um papel central no equilíbrio dos filhos e de toda a família. Através da história de Maria, refletimos sobre como o cansaço, a exaustão e a culpa podem afetar a disponibilidade emocional materna e, mesmo que sem intenção, impactar negativamente os filhos. Com base no modelo cognitivo-comportamental, partilhamos de que forma é possível intervir para promover o autocuidado materno, mesmo nos pequenos momentos do dia a dia, mostrando que o autocuidado não é egoísmo, mas um gesto essencial de cuidado familiar.
2025: um balanço sobre ti ou sobre quem está ao lado?
Ano Novo: um espelho que confronta
Chega o fim do ano e com ele a avalanche de balanços. As redes sociais enchem-se de conquistas, os anúncios falam de recomeços e tu, muitas vezes, só consegues pensar naquilo que não conseguiste fazer… certo?
Não é que não tenhas feito nada. O problema é que quase sempre olhas para o ano com um filtro implacável: o da crítica. Em vez de veres o que foi possível, vês o que falhaste. Em vez de reconhecer o que conquistaste, comparas-te com quem parece ter feito mais. E, sem dares conta, acabas o ano com uma dívida injusta para contigo.
Quando estar em família custa: entender as dinâmicas que nos marcam
s festas deviam aproximar-nos. Mas, para muitas pessoas, a chegada do Natal acende gatilhos antigos. O corpo antecipa tensões, silêncios e dores que parecem repetir-se todos os anos.
As dinâmicas familiares disfuncionais são padrões de relação repetitivos, muitas vezes inconscientes, que moldam a forma como sentimos, reagimos e nos ligamos aos outros. Tornam-se especialmente visíveis em períodos de maior convivência, como no Natal.